“Todo mundo está 'pensando' em deixar um planeta melhor para nossos filhos ...
Quando é que se 'pensará' em deixar filhos melhores para o nosso planeta ?"
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Lâmpadas de baixo consumo e de alto perigo.
A partir de 1 de setembro de 2009, as lâmpadas incandescentes de 100W começaram a ser retiradas do mercado.
Embora os stocks existentes ainda possam ser comercializados até terminarem. Depois, serão as de menor consumo.
Por decisão de Bruxelas, as lâmpadas incandescentes serão banidas da União Europeia até 1 de setembro de 2012.
No entanto, as lâmpadas de baixo consumo não são "amigas" do ambiente como nos querem fazer crer, antes pelo contrário...
A ditadura das leis da União Europeia...
Antes de mais, convém saber que o consumo para a produção de luz, representa menos de 15% do consumo total da energia eléctrica.
Uma coisa é estimular a substituição das lâmpadas incandescentes pelas de baixo consumo, outra é a sua proibição. Cada um deveria poder escolher a lampada que quer.
As lâmpadas incandescentes são baratas, e sem qualquer perigo.
http://boulesteix.blog.lemonde.fr/2009/07/02/ampoules-fluo-compactes-entre-racket-et-aberration-technologique/
Lâmpadas de baixo consumo pouco ecológicas.
Como já foi abordado, num artigo anterior, as lampadas de baixo consumo contêm mercúrio (5mg por lampada), produzem radiações ultra-violeta (podendo favorecer o aparecimento de cancro da pele) e radiações electromagnéticas (não devendo ser colocadas em locais demasiado perte dos utilizadores, como secretárias ou mesas de cabeceira). Além que a luminosidade (demasiado branca) é menos agradável que a das lâmpadas incandescentes.
Parece que estamos numa central nuclear! Não é só uma lâmpada partida!
Nos Estados Unidos e no Reino Unido já existem recomendações para aplicar quando uma lâmpada de baixo consume se partir. Como iremos ver, apesar quase nunca ser referido, se partir uma lâmpada, o seu manuseamento não vai ser nada fácil...
Em primeiro lugar deve abrir uma janela e deixar a divisão arejar pelo menos durante 15 minutos. Se a lâmpada tiver caído numa superfície dura, não utilize o aspirador nem a vassoura para apanhar os resíduos. Utilize luvas de borracha e toalhas de papel para apanhar os resíduos para um saco de plástico. Coloque também no saco o papel usado para apanhar os resíduos da lâmpada e feche-o no fim da limpeza. Se a lâmpada tiver caído em cima de um tapete ou carpete, deve remover o que conseguir com as toalhas de papel, e depois as partículas mais pequenas com uma fita adesiva. Se ainda assim precisar de aspirar, deve no fim retirar o saco do aspirador e colocá-lo no saco com os restos da lâmpada. Lave as mãos no fim do processo. Leve o saco para o ecocentro da sua área, para que este resíduo seja devidamente encaminhado ou pode também entregá-lo numa loja de venda de lâmpadas que poderá aceitá-la mesmo partida.
Um negócio da China!
A substituição das nossas antigas lâmpadas pelas novas, representa um mercado gigantesco.
Em média, cada familia têm na sua casa 20 lâmpadas, multiplique esse número pela quantidade de familias existentes na União Europeia, de 500 milhões de habitantes, e descubre o enorme mercado oferecido a meia duzia de empresas.
Sem esquecer que em breve a tecnologia das lâmpadas LED irá substituir estas lâmpadas impostas pela U.E. e aí surgirá um novo negócio!
Benefício energético total, mal avaliado.
É verdade que as lâmpadas de baixo consumo permitem alguma poupança no consumo da luz utilizada numa casa.
Mas não nos devemos esquecer que a sua produção, bastante mais complicada, implica um maior consumo de meios tecnológicos, logo um maior consumo energético no seu fabrico e na sua reciclagem. De salientar também que práticamente 100% das lâmpadas de baixo consumo são produzidas na China, o seu transporte até À Europa representa mais um valor energético acrescido a ter em conta.
Além disso, se é verdade que 95% do consumo eléctrico de uma lâmpada incandescente se perde sob a forma de energia térmica, este aporte no inverno não deixa de ser interessante, não sendo assim necessário um aporte suplementar tão grande no aquecimento da casa, que iria consumir energia.
Tendo em conta todas estas considerações, o balanço energético final não é tão simples e tão benéfico como o habitualmente difundido.
A partir de 1 de setembro de 2009, as lâmpadas incandescentes de 100W começaram a ser retiradas do mercado.
Embora os stocks existentes ainda possam ser comercializados até terminarem. Depois, serão as de menor consumo.
Por decisão de Bruxelas, as lâmpadas incandescentes serão banidas da União Europeia até 1 de setembro de 2012.
No entanto, as lâmpadas de baixo consumo não são "amigas" do ambiente como nos querem fazer crer, antes pelo contrário...
A ditadura das leis da União Europeia...
Antes de mais, convém saber que o consumo para a produção de luz, representa menos de 15% do consumo total da energia eléctrica.
Uma coisa é estimular a substituição das lâmpadas incandescentes pelas de baixo consumo, outra é a sua proibição. Cada um deveria poder escolher a lampada que quer.
As lâmpadas incandescentes são baratas, e sem qualquer perigo.
http://boulesteix.blog.lemonde.fr/2009/07/02/ampoules-fluo-compactes-entre-racket-et-aberration-technologique/
Lâmpadas de baixo consumo pouco ecológicas.
Como já foi abordado, num artigo anterior, as lampadas de baixo consumo contêm mercúrio (5mg por lampada), produzem radiações ultra-violeta (podendo favorecer o aparecimento de cancro da pele) e radiações electromagnéticas (não devendo ser colocadas em locais demasiado perte dos utilizadores, como secretárias ou mesas de cabeceira). Além que a luminosidade (demasiado branca) é menos agradável que a das lâmpadas incandescentes.
Parece que estamos numa central nuclear! Não é só uma lâmpada partida!
Nos Estados Unidos e no Reino Unido já existem recomendações para aplicar quando uma lâmpada de baixo consume se partir. Como iremos ver, apesar quase nunca ser referido, se partir uma lâmpada, o seu manuseamento não vai ser nada fácil...
Em primeiro lugar deve abrir uma janela e deixar a divisão arejar pelo menos durante 15 minutos. Se a lâmpada tiver caído numa superfície dura, não utilize o aspirador nem a vassoura para apanhar os resíduos. Utilize luvas de borracha e toalhas de papel para apanhar os resíduos para um saco de plástico. Coloque também no saco o papel usado para apanhar os resíduos da lâmpada e feche-o no fim da limpeza. Se a lâmpada tiver caído em cima de um tapete ou carpete, deve remover o que conseguir com as toalhas de papel, e depois as partículas mais pequenas com uma fita adesiva. Se ainda assim precisar de aspirar, deve no fim retirar o saco do aspirador e colocá-lo no saco com os restos da lâmpada. Lave as mãos no fim do processo. Leve o saco para o ecocentro da sua área, para que este resíduo seja devidamente encaminhado ou pode também entregá-lo numa loja de venda de lâmpadas que poderá aceitá-la mesmo partida.
Um negócio da China!
A substituição das nossas antigas lâmpadas pelas novas, representa um mercado gigantesco.
Em média, cada familia têm na sua casa 20 lâmpadas, multiplique esse número pela quantidade de familias existentes na União Europeia, de 500 milhões de habitantes, e descubre o enorme mercado oferecido a meia duzia de empresas.
Sem esquecer que em breve a tecnologia das lâmpadas LED irá substituir estas lâmpadas impostas pela U.E. e aí surgirá um novo negócio!
Benefício energético total, mal avaliado.
É verdade que as lâmpadas de baixo consumo permitem alguma poupança no consumo da luz utilizada numa casa.
Mas não nos devemos esquecer que a sua produção, bastante mais complicada, implica um maior consumo de meios tecnológicos, logo um maior consumo energético no seu fabrico e na sua reciclagem. De salientar também que práticamente 100% das lâmpadas de baixo consumo são produzidas na China, o seu transporte até À Europa representa mais um valor energético acrescido a ter em conta.
Além disso, se é verdade que 95% do consumo eléctrico de uma lâmpada incandescente se perde sob a forma de energia térmica, este aporte no inverno não deixa de ser interessante, não sendo assim necessário um aporte suplementar tão grande no aquecimento da casa, que iria consumir energia.
Tendo em conta todas estas considerações, o balanço energético final não é tão simples e tão benéfico como o habitualmente difundido.
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
Ecologia no supermercado. Artigo 2: O que cabe ao supermercado
A quantidade de lâmpadas: na intenção de chamar a atenção dos clientes para os produtos, os supermercados investem cada vez mais em iluminação muitas vezes exagerando, o que lhes cabe é ter bom senso neste quesito.
Elevadores: num mundo cada vez mais sedentário conheço alguns supermercados que instalaram elevadores para que se suba um andar da garagem subterrânea para o térreo onde fica a loja. A parte que lhes cabe é incentivar o uso de rampas, visto que os elevadores consomem muita energia e são desnecessários para maior parte dos clientes (exceto para os portadores de necessidades especiais, idosos e gestantes para os quais o elevador deve estar disponível). Foi realmente um tiro no pé mas um supermercado em minha cidade destruiu uma rampa e instalou elevadores (ao invés de manter as duas opções) o que tornou a ida a este supermercado bastante desagradável pela espera na fila para descer da loja nos elevadores sempre lotados por carrinhos e pessoas.
Embalagens: cabe ao supermercado incentivar políticas internas de redução de embalagens em todos os seus setores como padaria, açougue, rotisseria, friamberia e etc.
Geladeiras: as geladeiras sem porta ou tampa, que ficam abertas para o mais fácil manejo dos produtos são muito pouco eficientes sob o aspecto energético, e ainda não mantém a temperatura adequada a conservação dos produtos, os supermercados que se atentaram para isso estão economizando energia e não observaram desinteresse dos clientes pelos produtos quando estes ficam atrás de uma porta ou tampa.
Elevadores: num mundo cada vez mais sedentário conheço alguns supermercados que instalaram elevadores para que se suba um andar da garagem subterrânea para o térreo onde fica a loja. A parte que lhes cabe é incentivar o uso de rampas, visto que os elevadores consomem muita energia e são desnecessários para maior parte dos clientes (exceto para os portadores de necessidades especiais, idosos e gestantes para os quais o elevador deve estar disponível). Foi realmente um tiro no pé mas um supermercado em minha cidade destruiu uma rampa e instalou elevadores (ao invés de manter as duas opções) o que tornou a ida a este supermercado bastante desagradável pela espera na fila para descer da loja nos elevadores sempre lotados por carrinhos e pessoas.
Embalagens: cabe ao supermercado incentivar políticas internas de redução de embalagens em todos os seus setores como padaria, açougue, rotisseria, friamberia e etc.
Geladeiras: as geladeiras sem porta ou tampa, que ficam abertas para o mais fácil manejo dos produtos são muito pouco eficientes sob o aspecto energético, e ainda não mantém a temperatura adequada a conservação dos produtos, os supermercados que se atentaram para isso estão economizando energia e não observaram desinteresse dos clientes pelos produtos quando estes ficam atrás de uma porta ou tampa.
Ecologia no supermercado. Artigo 1: Fazendo a sua parte
Após você aproveitar a parte útil (quase sempre comestível) do que comprou no supermercado resta a outra parte que não tendo nada mais a proteger se torna inútil: as embalagens. Ao lado minha coletânea de embalagens de supermercado ao longo da última semana..
As sacolas podem ser utilizadas para embalar o lixo, então aqui você faz a sua parte. Porém em geral trazemos mais sacolas do supermercado que realmente utilizamos então vale vez que outra fazer as compras com uma eco-bag ou mesmo se você está de carro e seu condomínio tem carrinho de compras nem precisa embalar. Certo? Ainda, caso você precise descartar sacolas o faça dutante a coleta seletiva !!
Quanto aos frios, a embalagem pode ser em bandejas de isopor ou filme plástico e depois papel, tenho a impressão de que o filme com papel é menos impactante, mas precisaria de um especialista em materiais para me confirmar. De qualquer maneira o menor uso de embalagem é comprando a peça inteira. Uma peça inteira, embalada com filme e papel possivelmente é a opção mais ecológica (mas sempre depende se você vai precisar de tanto queijo por exemplo, lembrando que você pode congelar ele).
Na padaria é que percebi alguns absurdos por parte dos supermercados, como por exemplo ao pedir um único sonho recebe-lo embalado em uma caixa de isopor. Um saco de papel, típico de padaria, resolve bem e caso você não o descarte corretamente não vai causar muitos problemas por aí pois é bem biodegradável ao contrário do isopor. Então a sua parte é, caso seu supermercado tenha esta política de embalagem, solicitar que embalem seu pedido em saco de pão.
Até o momento eu comentei apenas as embalagens que o supermercado fornece, não entrei no mérito dos terceiros (fabricantes dos produtos lá vendidos), rende outro post com certeza, mas não vou perder o foco.
As sacolas podem ser utilizadas para embalar o lixo, então aqui você faz a sua parte. Porém em geral trazemos mais sacolas do supermercado que realmente utilizamos então vale vez que outra fazer as compras com uma eco-bag ou mesmo se você está de carro e seu condomínio tem carrinho de compras nem precisa embalar. Certo? Ainda, caso você precise descartar sacolas o faça dutante a coleta seletiva !!Quanto aos frios, a embalagem pode ser em bandejas de isopor ou filme plástico e depois papel, tenho a impressão de que o filme com papel é menos impactante, mas precisaria de um especialista em materiais para me confirmar. De qualquer maneira o menor uso de embalagem é comprando a peça inteira. Uma peça inteira, embalada com filme e papel possivelmente é a opção mais ecológica (mas sempre depende se você vai precisar de tanto queijo por exemplo, lembrando que você pode congelar ele).
Na padaria é que percebi alguns absurdos por parte dos supermercados, como por exemplo ao pedir um único sonho recebe-lo embalado em uma caixa de isopor. Um saco de papel, típico de padaria, resolve bem e caso você não o descarte corretamente não vai causar muitos problemas por aí pois é bem biodegradável ao contrário do isopor. Então a sua parte é, caso seu supermercado tenha esta política de embalagem, solicitar que embalem seu pedido em saco de pão.
Até o momento eu comentei apenas as embalagens que o supermercado fornece, não entrei no mérito dos terceiros (fabricantes dos produtos lá vendidos), rende outro post com certeza, mas não vou perder o foco.
quarta-feira, 21 de julho de 2010
Ecologia no supermercado
Esta semana pretendo desenvolver um assunto que a muito me desperta interesse: redução de impactos ambientais no supermercado.
Achei melhor fragmentar em três partes para desenvolver melhor o assunto, vá direto ao que lhe interessa e eu mantenho meu compromisso de atualizar.
Parte 1: A sua parte (publicação em 23/07)
Parte 2: O que cabe ao supermercado (publicação em 26/07)
Parte 3: O que cabe a concorrência (publicação em 29/07)
Achei melhor fragmentar em três partes para desenvolver melhor o assunto, vá direto ao que lhe interessa e eu mantenho meu compromisso de atualizar.
Parte 1: A sua parte (publicação em 23/07)
Parte 2: O que cabe ao supermercado (publicação em 26/07)
Parte 3: O que cabe a concorrência (publicação em 29/07)
sexta-feira, 9 de julho de 2010
Eco telhados
Eco telhados uma idéia razoavelmente simples, porém sensacional.
Eles possuem variados tipos, desde os mais simples com plantas suculentas, hortas, vegetação rasteira, gramados, etc. aos mais sofisticados, com arbustos e árvores de grande porte (o tipo de vegetação depende da estrutura do local). Centenas de benefícios estão associados a esses telhados, dentre alguns deles: captação da água da chuva para uso pessoal ou em condomínios, diminuição do nível de escoamento da água para as ruas (evitando assim enchentes), diminuição da necessidade de manutenção na impermeabilização de prédios, redução da temperatura em nossas cidades que a cada ano ficam mais quentes, uma estética mais bonita aos edifícios, redução de agentes poluentes na atmosfera da cidade, dentre MUITOS outros benefícios. Visionários otimistas já imaginam que em um futuro próximo nós poderemos adotar esses espaços como centros de lazer e relaxamento (diferente do que é visto diariamente no asfalto) e que teremos nosso próprio sustento agrícola vindo de nossos edifícios ou casas, fazendo com que o alimento chegue mais rápido e mais fresco às nossas mesas e assim evitando a poluição gerada pelo transporte diário de veículos pesados que trazem os alimentos de plantações aos nossos mercados e supermercados.

Sugiro a moradores de condomínios grandes que façam circulares com orçamentos e benefícios, incentivando outros moradores que desconhecem esse recurso a aderirem ao propósito. Não penso nesse recurso como uma extravagância e sim como uma necessidade nos dias de hoje.

Porto Alegre ficaria com um horizonte muito mais bonito e resolveria em grande parte os problemas de alagamentos. Sem falar no potencial turístico de uma cidade com telhados verdes como jardins suspensos.
Eles possuem variados tipos, desde os mais simples com plantas suculentas, hortas, vegetação rasteira, gramados, etc. aos mais sofisticados, com arbustos e árvores de grande porte (o tipo de vegetação depende da estrutura do local). Centenas de benefícios estão associados a esses telhados, dentre alguns deles: captação da água da chuva para uso pessoal ou em condomínios, diminuição do nível de escoamento da água para as ruas (evitando assim enchentes), diminuição da necessidade de manutenção na impermeabilização de prédios, redução da temperatura em nossas cidades que a cada ano ficam mais quentes, uma estética mais bonita aos edifícios, redução de agentes poluentes na atmosfera da cidade, dentre MUITOS outros benefícios. Visionários otimistas já imaginam que em um futuro próximo nós poderemos adotar esses espaços como centros de lazer e relaxamento (diferente do que é visto diariamente no asfalto) e que teremos nosso próprio sustento agrícola vindo de nossos edifícios ou casas, fazendo com que o alimento chegue mais rápido e mais fresco às nossas mesas e assim evitando a poluição gerada pelo transporte diário de veículos pesados que trazem os alimentos de plantações aos nossos mercados e supermercados. 
Sugiro a moradores de condomínios grandes que façam circulares com orçamentos e benefícios, incentivando outros moradores que desconhecem esse recurso a aderirem ao propósito. Não penso nesse recurso como uma extravagância e sim como uma necessidade nos dias de hoje.

Porto Alegre ficaria com um horizonte muito mais bonito e resolveria em grande parte os problemas de alagamentos. Sem falar no potencial turístico de uma cidade com telhados verdes como jardins suspensos.
Vaso sanitário ecológico
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